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ACIDENTE DE TRABALHO COM PERFURO CORTANTE ENTRE A EQUIPE DE ENFERMAGEM DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL DONA REGINA PALMAS-TO ©
All content on this website are freely distributed. Click for more information Date : Julio 28, 2011   | Published by : Luciane Email: luciane@ifto.edu.br Web: About: Sou professora do IFTO (Instituto Federal de Educação,Ciências e Tecnologia do Tocantins) campus Palmas TO, da área de segurança do trabalho. Formada em tecnologia em seguranÇa do trabalho especialista em docência do ensimo superior e segurança do trabalho e mestranda em ciências da educação pela universidade autonoma de Assunção.See Authors Articles (3)  | 0 Comment/s Category : Biology and Health Sciences | Language : Portuguese Author/s : Luciane de Paula Machado, Maria Hedilene Sousa Almeida , Suzana Rodrigues de Oliveira |
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Esta pesquisa teve como objetivo a identificação da ocorrência dos acidentes com material perfuro cortante, notificado e registrado no ano de 2007 a primeiro semestre de 2008, entre a equipe de enfermagem do hospital materno infantil de Palmas-TO, com intuito de analisar as práticas de trabalho adotadas pela equipe na manipulação de perfuro cortante e administração de medicamentos. |
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ACIDENTE DE TRABALHO COM PERFURO CORTANTE ENTRE A EQUIPE DE ENFERMAGEM DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL DONA REGINA PALMAS-TO
WORK ACCIDENTS WITH CUTTING HOLES BETWEEN TEAM NURSING MOTHER’S HOSPITAL INFANTIL DONA REGINA PALMAS-TO
Luciane de Paula Machado, Maria Hedilene Sousa Almeida, Suzana Rodrigues de Oliveira
(Alunas do curso de Pós-graduação de Segurança do Trabalho)
Resumo: Esta pesquisa teve como objetivo a identificação da ocorrência dos acidentes com material perfuro cortante, notificado e registrado no ano de 2007 a primeiro semestre de 2008, entre a equipe de enfermagem do hospital materno infantil de Palmas-TO, com intuito de analisar as práticas de trabalho adotadas pela equipe na manipulação de perfuro cortante e administração de medicamentos. Os resultados mostram que durante os procedimentos de soroterapia observou-se que ninguém da equipe usa luvas de procedimento, apesar de ter consciência dos riscos a que estão expostos. A pesquisa foi realizada através de análise observatório das práticas adotadas pela equipe de enfermagem e documentações dos registros dos acidentes.
PALAVRAS CHAVE: Acidente de trabalho, material perfuro cortante, equipe de enfermagem.
ABSTRACT
This research aimed to identify the occurrence of accidents with sharp material drilled, notified and registered in 2007 the first half of 2008, between the nursing staff of the hospital’s maternal child-to Palmas, in order to examine the practices of work adopted by the team handling of perforating and administration of medicines. The results show that during the procedures of serum showed that 0% of the USA team no glove procedure, although aware of the risks they are exposed. The research was conducted through analysis of monitoring practices adopted by the nursing staff and documentation of records of accidents.
KEY WORDS: Accident at work, perforating equipment, the nursing staff.
INTRODUÇÃO
No Brasil, o enfermeiro é um profissional de nível superior da área da saúde, responsável inicialmente pela promoção, prevenção e na recuperação da saúde dos indivíduos, dentro de sua comunidade. O enfermeiro é um profissional preparado para atuar em todas as áreas da saúde: assistencial, administrativa e gerencial. Dentro da enfermagem, encontramos o auxiliar de enfermagem (nível fundamental) e o técnico de enfermagem, (nível médio) ambos confundidos com o enfermeiro, entretanto com funções distintas, possuindo qualificações específicas (SELBACH,2009).
Em seus primórdios tinha estreita relação com a maternidade, e era exclusivamente feita por mulheres. Desta "seleção exclusivamente para mulheres", a enfermagem prosseguiu, de novo pelas mulheres que exerciam a profissão mais antiga do mundo, prostituição, alargando a prestação de cuidados ao sexo masculino, dos moribundos da guerra. Eram escolhidas as prostitutas por estas conhecerem melhor que as outras mulheres o corpo dos homens, em todas as suas vertentes, íntima também e como forma de reintegração destas à sociedade.
A enfermagem moderna, com a suas bases de rigor técnico e científico, começou a se desenvolver no século XIX, através de Florence Nightingale, que estruturou seu modelo de assistência depois de ter trabalhado no cuidado de soldados durante a guerra da Criméia. A sua assistência baseada em fatos observáveis prestou valiosos contribuição na recuperação dos moribundos, e iniciou uma nova vaga do conhecimento em enfermagem, através do caráter científico que lhe impunha. Caracteriza-se por efetuação de refistos clínicos, dando origem à implementação do, ainda atual, e mundialmente adaptado, processo clínico do doente (SELBACH, 2009).
O trabalho de enfermagem do hospital Dona Regina caracteriza-se pelos cuidados ao paciente de zero a doze anos e gestantes, em jornada de trabalho de doze horas por trinta e seis horas. Para realizar esses cuidados, os trabalhadores de enfermagem utilizam vários instrumentos que são perfuros (agulhas), cortantes (bisturi), tendo em vista que os funcionários cuidam de vários pacientes ao mesmo tempo, que em sua maioria são crianças e em geral são muitos agitadas, dificultando assim, a realização dos procedimentos com segurança. Além disso, esses profissionais tem um ritmo de trabalho acelerado, realizado em sua maioria em pé, em um ambiente com mobiliários inadequados e precários.
O Hospital Dona Regina foi criado através do cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde foi instituído pela Portaria MS/SAS 376, de 03 de outubro de 2000, publicada no Diário Oficial da União de 04 de outubro de 2000. Após acordo na Comissão Intergestores Tripartite a PT 376 permaneceu em consulta pública até dezembro de 2000. Com a incorporação das sugestões recebidas dos gestores estaduais e municipais do SUS e da sociedade em geral, editou-se em 29/12/2000 a PT/SAS 511/2000 que passa a normatizar o processo de cadastramento em todo Território Nacional (BRASIL, 2000). A nova orientação das políticas de saúde trouxe em seu bojo a discussão a respeito da Saúde do Trabalhador, exigindo a introdução de novas práticas (Sêcco, 2002).
Há que se considerar que o trabalho apresenta-se como fator fundamental para que os princípios constitucionais sejam devidamente respeitados, por tratar-se de fonte de mudanças na sociedade em direção a melhores condições de vida para toda a população.
Este estudo teve como objetivo descrever a ocorrência de acidentes de trabalho no hospital Dona Regina de Palmas Tocantins, no período de 2007 a primeiro semestre de 2008. Os trabalhadores de enfermagem pelo exercício da profissão são expostos a riscos de comprometer sua saúde, devido ao manuseio de materiais, equipamentos e contato direto com os pacientes durante a assistência e estão expostos a inúmeros riscos ocupacionais causados por fatores químicos, físicos, mecânicos, biológicos, ergonômicos e psicossociais, que podem ocasionar doenças ocupacionais e acidentes de trabalho.
A equipe de enfermagem que presta assistência de 24 horas junto ao paciente, por isso se expõe a vários riscos, podendo adquirir doenças ocupacionais e do trabalho, além de lesões em decorrência dos acidentes de trabalho. Os riscos físicos referem-se à temperatura ambiental (elevada nas áreas de esterilização e baixa em centro cirúrgico), radiação ionizante, ruídos e iluminação em níveis inadequados e exposição do trabalhador a incêndios e choques elétricos. Dentre os riscos psicossociais, está a sobrecarga devida o contato com o sofrimento de pacientes, com a dor e a morte.
Observou-se que no trabalho noturno há maior ocorrência de acidente devido à redução do quadro de funcionários, a maior ocorrência é nos finais de semana e feriados, por realização de tarefas múltiplas e repetitivas, o que pode levar à depressão, insônias, tabagismo, consomem de álcool e drogas e fadiga mental.
Dentre os riscos de contagio estão o manuseio de agulha, bisturis contaminado com sangue que causam o risco biológico, eles se referem ao contato do trabalhador com microorganismos (principalmente vírus e bactérias) ou material infecto contagiante, os quais podem causar doenças como: tuberculose, hepatite, rubéola, herpes, escabiose, durante a jornada de trabalho em todos os turnos os trabalhadores de enfermagem mostraram uma certa resistência no uso de equipamento de proteção individual, alegando que a luva dificulta a realização do procedimento, e sempre diz que nunca se acidentou com perfuro cortante (SELBACH, 2009).
O acidente de trabalho em nosso país deve ser comunicado imediatamente após sua ocorrência, por meio da emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), que deve ser encaminhada à Previdência Social, ao acidentado, ao sindicato da categoria correspondente, ao hospital, ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao Ministério do Trabalho. O acidente de trabalho em nosso país deve ser comunicado imediatamente após sua ocorrência, por meio da emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), que deve ser encaminhada à Previdência Social, ao acidentado, ao sindicato da categoria correspondente, ao hospital, ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao Ministério do Trabalho (Marcelino IV,1999). Apesar de, legalmente, ser obrigatória a emissão da CAT, observa-se, na prática, a falta de notificação até porque o funcionário público, não é regido pela Consolidação das Leis Trabalhistas. O sistema de informação utilizado apresenta falhas devido à concepção das relações de saúde e trabalho, marcada por uma divisão e alienação das tarefas dos profissionais responsáveis pelo registro da CAT, os quais privilegiam o cumprimento de normas burocráticas, mas não o envolvimento profissional com a questão acidentária (BRASIL,2002).
Comunicação de Acidente do Trabalho – (CAT) foi prevista inicialmente na Lei nº 5.316/67, com todas as alterações ocorridas posteriormente até a Lei nº 9.032/95, regulamentada pelo Decreto nº 2.172/97. A Lei nº 8.213/91 determina no seu artigo 22 que todo acidente do trabalho ou doença profissional deverá ser comunicado pela empresa ao INSS, sob pena de multa em caso de omissão. No que se refere à saúde em seu contexto global, a Constituição Federal Brasileira, de 1988, expressas no seu artigo 196 que:
A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação (BRASIL, 1988).
Já a Lei 8080/90, 19 de setembro de1990, por sua vez, afirma em seu artigo 2º. Parágrafo 3º.
A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso a bens e serviços essenciais: os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País (BRASIL, 1990).
MATERIAL E MÉTODO
Quanto às técnicas de pesquisa empregadas, de acordo com Lakatos e Marconi (2003), esta pesquisa pode ser classificada como uma pesquisa de campo, quantitativo-descritiva. Uma pesquisa de campo é aquela utilizada com o objetivo de conseguir informações e/ou conhecimentos acerca de um problema, para o qual se procura uma resposta, ou de uma hipótese, que se queira comprovar, ou ainda, descobrir novos fenômenos ou as relações entre eles. O que principalmente caracteriza esta pesquisa como uma pesquisa de campo é o levantamento observacional para análise das práticas de trabalho da equipe de enfermagem do hospital materno infantil e consulta documental Comunicação Interna de Acidente (CAT), junto a um Serviço Especializado (SE) Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), juntamente com Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMET). A população foi composta pelos trabalhadores de enfermagem, acometidos por inoculações acidentais, durante o ano de 2007 a primeiro semestre de 2008, no hospital Materno Infantil de Palmas-TO, os quais tiveram os acidentes notificados foram encaminhados para atendimento no SE, para o atendimento pós-exposição ocupacional com contato com sangue, ou fluídos corpóreos, veiculadores de infecções. Foram pesquisados vinte e seis trabalhadores de enfermagem, através das notificações de acidentes (CAT). Foram registrados e encaminhados durante o estudo ao SE 26 trabalhadores acidentados, no entanto, através de levantamento no Banco de Registro do Hospital, foi constatado o atendimento junto ao SE de apenas 13 dos trabalhadores (50%), os quais constituíram a amostra analisada.
Tudo isso acontece devido o não preenchimento de comunicação de acidente de trabalho (CAT), visto que a comunicação do acidente só é realizada através de relatórios feitos por uma técnica de segurança de trabalho, que não servem para estudo de acidente.
Os dados foram coletados, através de observação documental junto as notificações e dos prontuários médicos dos trabalhadores, sendo identificados os dados gerais do acidente, as causas e as providências realizadas.
Os funcionários acidentados seguiram o protocolo de acidente com material contaminado, isso é encaminhado para assistência médica para ser avaliado, e logo após ser feita a realização de exames.
ANÁLISE DOS RESULTADOS
No decorrer da pesquisa foi observado a falta da notificação dos acidentes de trabalho com material perfuro cortante, que são atribuídas pela falta de conhecimento e da gravidade dos grandes e pequenos acidentes ocorrido no ambiente de trabalho, e também sobre a importância da emissão da notificação do acidente, (CAT).Tudo isso ocorre devido a falta de profissional para orientar e qualificar os colaboradores.
Diante da necessidade de ações estratégicas preventivas para minimizar o problema. A opção pelo estudo dos acidentes o fato desses acidentes terem relação direta com risco de contaminação dos trabalhadores de enfermagem.
Na tabela são apresentados dados relativos ao numero de acidentes sofridos pelos trabalhadores, e os tipos de acidente registrados nos prontuário dos funcionários no ano de 2007 a primeiro semestre de 2008, todos ocorrido no pronto socorro do Hospital Materno Infantil Palmas-TO.
TABELA 1 Acidentes mais freqüentes no pronto socorro do Hospital Dona Regina
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Tipo de acidente com perfuro cortante
|
Ocorrência em 2007
|
Ocorrência no 1° semestre de 2008
|
Total
|
|
Punção venosa
|
05
|
09
|
14
|
|
Perfuração com agulha durante administração de medicamento
|
02
|
00
|
02
|
|
Perfuração com medicação intramuscular
|
00
|
01
|
01
|
|
Corte com lamina de bisturi
|
04
|
03
|
07
|
|
Acidente com agulha descartada em local inadequado
|
02
|
01
|
03
|
Após os resultados demonstrados na tabela acima pode-se observar o número maior de acidente foi provocado durante a assistência a o paciente no procedimento de punção venosa seguido por cortes provocado por lamina de bisturi, e seguida por agulhas descartada em locais inadequados.
Pelo que se pode observar durante este período, que no momento das ocorrências dos acidentes, os funcionários não estavam fazendo o uso de equipamento de proteção individual (EPI) durante a assistência a o paciente, a o termino desta pesquisa não tivemos acesso a o resultado dos exames feito pelos funcionários no período de 2007 a primeiro semestre de 2008, para o conclusão de doença devido o acidente.
Observou que os fatores que contribuíram para a ocorrência dos acidentes são devido a falta de atenção são ocasionadas muitas vezes pela dupla jornada de trabalho de alguns colaboradores, outro fator é o absenteísmo que com isso sobrecarrega a equipe do plantão ocasionando cansaço, fadiga mental, estress, e conseqüentemente o aumento dos acidentes.
TABELA 2 Procedimentos de maior incidência de contaminação
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Procedimento técnico
|
Curativo
|
Medicação injetável
|
Soroterapia
|
Manejo de paciente
|
|
Lavagem das mãos
|
75%
|
5%
|
90%
|
95%
|
|
Uso de luvas
|
100%
|
30%
|
0%
|
50%
|
|
Efetua encapamento de agulhas
|
0%
|
2%
|
0%
|
0%
|
A tabela 2 mostra os procedimentos de assistência ao paciente onde há maior incidência de contaminação para a equipe de enfermagem. Os dados foram adquiridos através de observação da jornada de trabalho no período de 07h30 às 9h, sendo que, este, é o horário de maior pico onde são realizados todos os procedimentos citados acima.
A análise foi feita com a equipe de enfermagem do pronto socorro, no total de vinte e oito funcionários onde são divididos por turnos sendo plantão diurno e noturno, tendo na equipe enfermeiro, técnica enfermagem e auxiliar de enfermagem.
No período em que foi realizada a pesquisa, observou-se à existência de técnicas bastantes utilizadas pela equipe de enfermagem ao realizarem os procedimentos na área, como a lavagem das mãos antes e após qualquer ação de enfermagem. Toda equipe tem consciência da importância deste ato, devido as campanhas realizadas freqüentemente pelo hospital, para diminuição da infecção hospitalar.
Tanto para o paciente como para a equipe, quando nos referimos a o uso de luvas, se observa que nem todos fazem uso das mesmas. Alguns se justificam afirmando que elas incomodam, diminuindo a sensibilidade das mãos, dificultando, assim, alguns procedimentos tais como: a soroterapia, sem se importarem com o risco de contaminação pelas secreções. Já nos procedimentos de curativos é mais freqüente o uso de luvas. No que tange aos perfuro cortantes, os funcionários não costumam encapar as agulhas após a sua utilização.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A partir das análises das práticas adotadas pela equipe de enfermagem foi possível constatar que a mesma tem consciência quanto aos riscos a que estão expostos.
Mas há certa resistência ao uso dos equipamentos de proteção individual, por parte dos profissionais de enfermagem, alegando que estes equipamentos muitas vezes atrapalham ou não há necessidade de uso em certos procedimentos. Julgam que nunca vai acontecer nada com eles por terem adquirido habilidade no manuseio dos mesmos.
Conclui-se que só palestras não são suficientes para a conscientização e diminuição dos riscos de contágio com materiais perfuro cortantes.
Mas há necessidade de uma fiscalização mais rigorosa por parte do controle de infecção hospitalar (CCIH), principalmente no turno noturno onde foi observado através de relato da equipe que há maior incidência de acidentes, pois tudo isso ocorre por não haver um profissional capacitado ou responsável pelas orientações e notificações dos acidentes, por este motivo a equipe de enfermagem fica desassistida caso ocorra um acidente.
Após observações da pesquisa foi constado a necessidade de uma maior atenção voltada para equipe noturna, e também uma importância maior por parte dos gestores deste hospital para com isso ter consciência dos riscos que toda equipe está exposta, com isso implantar uma política de segurança mais eficaz.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Secretaria de Atenção a Saúde - DATASUS. Brasília, DF: Ministério da Saúde ,2000.
BRASIL, MTE – Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho – Normas Regulamentadoras, CLT- Dec.-Lei 5.452/1943. ed.São Paulo:Rideel,2005.
Manual de Aplicação da Norma Regulamentadora n°17.2° ed. Brasília: MTE, SIT,2002.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado, 1988.
BRASIL. Lei nº. 8.080, de 19 de setembro de 1999. Dispõe sobre as condições para a promoção proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. In: ___________. O SUS e o controle social: guia de referência para conselhos municipais. Brasília: Ministério da Saúde, 1998.
LAKATOS, E. M. e MARCONI, M. A. Fundamentos da Metodologia Científica. 5a. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
Marcelino IV. O sistema de informações sobre acidentes do trabalho no município de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil, no ano de 1998: uma abordagem qualitativa. [dissertação]. Ribeirão Preto (SP): Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/USP; 1999.
Sêcco, I. A. O. & Robazzi, M. L. C. C. & Gutierrez,P. R. G. & Matsuo, T.; Acidentes de Trabalho e Riscos Ocupacionais no dia-a-dia do trabalhador hospitalar: desafio para a Saúde do Trabalhador; Revista Espaço para Saúde, Paraná v. 4 n. 1, dez. 2002. Disponivel em: <http://www.ccs.uel.br/espacoparasaude/v4n1/doc/hospital.htm>. Acesso em 10/04/2009.
SELBACH, Paula Trindade da Silva. Desafios da prática pedagógica universitária face a reestruturação curricular: um estudo com professores do Curso de Enfermagem. São Luis-MA: EDUFMA, 2009.

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