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A educação e o computador, como instrumento de auxílio ao saber ©
All content on this website are freely distributed. Click for more information Date : Marzo 4, 2010   | Published by : nonato Email: Not available Web: http://mnmnsousa@homail.com About: Professor de Geografia de ensino médio, licenciado desde 1987. Atuando na rede estadual do Pará, municipal de ensino na cidade de Castanhal no mesmo estado e também professor universitário desde 2008.See Authors Articles (1)  | 4 Comment/s Category : Humanities and Social Sciences | Language : Portuguese Author/s : Manoel Nonato Pinheiro de Sousa |
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O desejo e a necessidade de inserir novas tecnologias para auxiliar o conhecimento na realidade concomitantemente com as práticas pedagógicas atuas percebidas nas escolas brasileiras. |
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Mar. 2010
A Educação e o Computador, como instrumento
de auxilio ao saber
Prof. Manoel nonato pinheiro de Sousa, Dr.©
Aluno do curso Ciências em educación
UAA - Universidad Autónoma de Assunción
Assunção-Paraguay
RESUMO
O desejo de inserção de tecnologias no ensino fundamental surge baseado na
necessidade que as escolas têm de adotar softwares educativos,concomitantemente com as práticas didático-pedagógicas. A incorporação da tecnologia da informação e de comunicação nos currículos escolares deve respeitar todas as habilidades de aprender, visando ao aprendizado ativo, como também a conduzir os professores a treinamentos como meio de desenvolver competências que os tornem mais eficazes, criativos e inovadores, proporcionando, assim, melhoria substancial no processo de ensino-aprendizagem.
Palavras-chave: Aprendizagem, educação, ensino e informática.
ABSTRACT
The desire to include technology in primary level education is based on the belief that schools need to adopt educational software in their teaching practice. The inclusion of information and communication technology in school curriculum must respect all learning skills, aiming at active learning, and must lead teachers to attend training programs and thus to develop competences that make them more efficient, creative and innovative; therefore, bringing about substantial improvement of the teaching and learning process.
Keywords: Education, information technology, learning and teaching
Introdução
Desde os primórdios da humanidade o homem era um ser curioso, aventureiro e perceptivo. Isso o levou a desenvolver tecnologias que foram se transformando e inovando ao longo do tempo. Essa transformação é necessária para atender as necessidades que são geradas ao longo do tempo.
O computador é uma dessas tecnologias que se inova diariamente com novos softwares, hardwares e outros componentes eletrônicos que visam atender a necessidade do consumidor.
A escola da atualidade não foge a regra. Há necessidade de adequar o ensino a nova realidade. Tanto local, regional, nacional e mundial. Para isso é preciso buscar instrumentos que atenda essa nova realidade, alem de preparar os professores e aos alunos a usar esses instrumentos, notadamente o computador. Este ligado a uma rede chamada internet se interagem com o mundo, o ciber espaço.
Nos primórdios da humanidade
No inicio da humanidade os homens se comunicavam por sinais, depois por gestos. Depois ele descobriu que não podia viver sozinho, passou morar em comunidades ou tribos. Viviam inicialmente da coleta de frutas e, às vezes comiam até folhas e raízes de árvores, sobreviver era preciso. Mas como a população crescia o alimento em torno dele ia ficando raro foi necessário que ele usasse a sua racionalidade para ir mais além, passam a ser nômades e, ao mesmo tempo, passam desenvolver a fala, a comunicação se torna melhor. Com isso a iteração dos conhecimentos fica melhor.
A troca de informação faz dele um predador a partir do desenvolvimento das armas. Passam a morar próximo de rios, os peixes se tornam uma nova alternativa de alimentação, porém, ele avançava nos seus conhecimentos e passam a caçar animais terrestres. Segundo Leo Huberman (1986) em seu livro A História da Riqueza do Homem, coube o papel da invenção da agricultura as mulheres. Estas, por ficar esperando pelos homens que saiam para caçar, coisa que às vezes duravam dias. Ficavam cuidando da prole e dos que não podiam ir a campo em busca de alimento. Com a sua curiosidade avançada notara que algumas plantas que ingeriam nasciam novamente e dava frutos deliciosos. Notara também que os animais já domesticados, como o cachorro e o galo também ficavam saudáveis comendo aquilo. Porque não plantar? Plantaram e tiveram os resultados fantásticos. Inicialmente nos vales, próximos dos rios onde ficavam por mais tempo. O rio que dava alimento, água para beber, tomar banho, até mesmo como via de transporte, papel de grande importância que até hoje ele exerce, tornando o homem um ser sedentário, um agricultor, A agricultura vai contribuir, inclusive, para o aumento da população.
A tecnologia rudimentar dos primórdios foi se aperfeiçoando, todavia dependendo de cada comunidade, aliás, fato que até hoje acontece. É notório que há povos mais avançados e outros menos avançados. Cabendo aos mais avançados os detentores do saber e fazendo deste um instrumento de dominação.
A presença do computador na Educação
No Brasil a partir da segunda metade da década de 70, se inicia a proposta de buscar os caminhos da informática educativa enquanto ferramenta necessária ao processo de ensino e aprendizagem. Em 1979 é criada a Secretaria Especial de Informática (SEI), que tinha, entre outras incumbências, pesquisar os aspectos teóricos e a aplicabilidade dos computadores em todos os níveis de ensino.
Em 1981, foi realizado o 1o Seminário Nacional de Informática, do qual, além de
outras coisas, resultou o Projeto EDUCOM, aprovado oficialmente em julho de1983.Este projeto foi pioneiro na associação da informática com a educação, representando um grande passo para a conscientização dos que lidavam com o ensino, no sentido de considerarem uma aplicação pedagógica do computador sem prejuízos dos objetivos mais gerais da educação.
Todos os centros de pesquisa do projeto EDUCOM atuaram na perspectiva de
criar ambientes educacionais, usando o computador como recurso facilitador do
processo de aprendizagem. O grande desafio era a mudança da abordagem educacional, isto é, transformação de uma educação centrada no ensino, na transmissão das informações, para uma educação, que o aluno pudesse realizar atividades através do computador e assim aprender.
Entretanto, que a maioria das propostas do EDUCOM não se concretizaram na prática e, atualmente, o governo procura incentivar a informatização das escolas através do programa PROINFO. O PROINFO (Programa Nacional de Informática na Educação) foi lançado pelo Ministério da Educação (MEC) em 10 de abril de 1997 e o que levou o MEC a optar por incluir, entre suas prioridades, a introdução da informática na rede pública de ensino foi a crescente importância da tecnologia na vida das pessoas. O PROINFO é coordenado pela Secretaria de Educação a Distância SEED/MEC e desenvolvida em parceria com os governos estaduais e municipais.
O Núcleo de Tecnologia Educacional-NTE é uma estrutura de apoio técnico-pedagógico ao processo de informatização das escolas públicas municipais e estaduais e tem como objetivo capacitar os multiplicadores e professores, bem como prestar assistência às escolas que fazem parte do programa e acompanhar as ações do PROINFO na sua jurisdição.
Mediante a capacitação dos professores, pretende-se criar uma cultura escolar de
uso das novas tecnologias de comunicação e informação e, em especial, do computador. Quer-se com isso privilegiar a aprendizagem baseada na construção do conhecimento, preparando o professor para assumir uma nova postura pedagógica.
Na década de 1990, surgem novos programas e estes exigem poderosas e velozes máquinas, devido à incorporação de imagens e sons aos computadores e desenvolvimento de softwares e hardwares. Estes computadores, além do processamento de dados, reúnem: fax modem, secretária eletrônica, scanner, acesso a Internet e drive de CDs e DVDs. Esta ampla difusão do computador tende cada dia mais a se alastrar por todo o planeta e não é à toa que os recursos informatizados devem receber atenção especial dos professores da educação. Isto se torna necessário em virtude da realidade da sociedade atual.
Diretrizes Nacionais
No Brasil, a implantação do uso da informática na educação, nunca foi centralizada pelo MEC. Foi, de fato, fruto de discussões e propostas feitas por técnicos e pesquisadores da área. O MEC, apenas, assume o papel de acompanhar, viabilizar e implementar tais decisões. O programa brasileiro de informática na educação caracteriza-se, desta forma, pela descentralização. Quanto ao ensino fundamental, a LDB traz no artigo 32, parágrafo II, que um dos objetivos do ensino fundamental “é a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade” (LDB, 1996). Salienta-se, no entanto, que, em nenhum momento, a lei deixa claro o que significa essa compreensão, nem como a mesma se dará.
Apesar de citar a palavra tecnologia, algumas vezes, em seu interior, o que ocorre de fato é que a lei não se refere à informática educativa, ignorando totalmente a importância de uma discussão mais profunda do uso das tecnologias na educação. É lamentável na lei a falta de direcionamento no campo da informática educativa, pois, desta forma, fica comprometida a participação efetiva da educação no processo de construção da sociedade da comunicação, ficando evidente a visão bastante tradicionalista que ainda impera nas políticas educacionais do país.
Essa despreocupação evidente na lei, quanto a esta questão, revela, também, um
. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em vigor desde 1996 preconiza a necessidade da "alfabetização digital" em todos os níveis de ensino, do fundamental ao superior, Esta iniciativa legislativa tenta iniciar os alunos no futuro da digitalização social, antes de abrir um meio mais profundo em direção ao também considerada lacuna digital. (BAUTISTA, 2008). Esta iniciativa legislativa tenta iniciar os alunos no futuro da digitalização social, a partir da escola visando a sua inclusão no mundo digital.
Em 1997 buscou-se, através do Programa PROINFO, suprir as necessidades dos programas anteriores . Com este programa, abre-se a discussão sobre o uso da
informática na educação. Como já foi dito anteriormente, neste programa são
estabelecidos objetivos, definidos critérios e ações que deverão ser implementados a fim de que o uso do computador e da informática seja inserido na escola.
O PROINFO abre caminhos para que seja aberta nos PCNs, elaborados em
Os PCNs (1998) afirmam que uma das funções da escola é favorecer a produção
e utilização das múltiplas linguagens, das expressões e dos conhecimentos históricos, sociais, científicos e tecnológicos, sem perder de vista a autonomia intelectual e moral do aluno, como finalidade básica da educação.
As tecnologias devem ser usadas no processo de ensino e aprendizagem em
função das metas educacionais previstas e não em função de sua modernidade e
eficácia. Sua integração e inserção no contexto educacional devem ter claras as possibilidades de que as mesmas tenham sentido e significado na ação pedagógica. Isto por que a política que orienta o uso das tecnologias de informação e comunicação construção e apropriação do conhecimento e considera o professor como mediador do processo pedagógico. Entendendo, também, o saber do educando como ponto de partida para a ampliação de suas possibilidades, como cidadão consciente do potencial inovador e transformador, que o professor precisa ter no decorrer do processo de ensino e aprendizagem. Partindo da compreensão do processo político-pedagógico como trabalho coletivo estar-se-á minimizando o individualismo e maximizando a socialização dos conhecimentos produzidos. Ao mesmo tempo, estar-se-á materializando o trabalho educativo pedagógico em atividades de aprendizagem. São estas atividades os elementos mediadores na aproximação dos conceitos científicos necessários ao saber.
Em 2007, o MEC, por meio do FNDE, instalou o PAR – Plano de
Ações Articuladas para os municípios de todo país, objetivando aperfeiçoar ações voltadas para a melhoria da qualidade da educação básica, entre as quais está a proposta de criação e implantação de laboratórios de informática nas escolas para que alunos e professores possam utilizar esta ferramenta como suporte para as atividades escolares e de pesquisa.
A educação e a cibercultura
Atualmente as tecnologias estão presentes no cotidiano das pessoas não apenas como forma de suportes, mas de cultura. Uma cultura virtual, mas que necessita do presencial. A partir do momento que há um computador plugado a internet se cria uma rede onde se podem buscar todos os tipos de informações, colocando novos desafios ao educador. Cabe ao professor o papel de ator principal deve reconhecer-se como um
eterno aprendiz, que realiza uma leitura e uma reflexão sobre a sua prática. O professor deve procurar constantemente depurar sua prática, o seu conhecimento. Sua atitude transforma-se em um modelo para o aluno, uma vez que, “vivencia e compartilha com os alunos a metodologia que está preconizando” (Valente, 1994, p. 19).
A escola, seus dirigentes e seus professores devem discutir e compreender o papel nos processos de ensino-aprendizagem, no mundo das relações funcionais de regulação, abstração e de equilíbrio que desenvolvem novas estruturas mentais de assimilação do conhecimento” (Prado, 1993, p. 99).
O uso das tecnologias da informação e da comunicação no ensino fundamental
O desejo de inserção do uso das tecnologias no ensino fundamental nasceu
A incorporação da tecnologia da informação e comunicação nos currículos
escolares deve respeitar todas as habilidades de aprender, visando o aprendizado ativo, como também conduzir os professores a um treinamento como meio de desenvolver competências que os tornem mais eficazes, criativos e inovadores, proporcionando, assim, uma possível melhoria substancial no processo ensino-aprendizagem. É uma maneira de conscientizar o professor a somar um conhecimento novo que beneficiará toda a comunidade escolar e consequentemente a sociedade.
O ensino quando desenvolvido com softwares educativos, o patrimônio de conhecimento do professor e do aluno fica cada vez mais enriquecido. Assim, as escolas passam a ensinar habilidades básicas que os alunos necessitam para desenvolver as atuais habilidades e capacidades exigidas pelo mercado de trabalho. Para tanto, se faz necessário promover projetos reais que venham atender às exigências da comunidade escolar.
As tecnologias no ensino
Observa-se em relação à informática na educação que há uma preocupação excessiva com a aquisição de computadores e uma proliferação de programas de computadores para a educação (softwares educativos), como se assim pudesse garantir uma utilização eficaz do computador nos diversos níveis e modalidades de ensino. A preparação do professor para utilização dessa poderosa ferramenta não tem ocupado prioridade educacional, deixando transparecer uma idéia equivocada de que o computador e o software não contribuem para, de alguma forma, resolver o problema educativo.
O educador precisa juntamente com a escola incorporar o computador a fim de
utilizá-lo para superar os desafios do mundo moderno, tornando, também, o aluno
responsável pela construção do seu conhecimento, usando o computador para buscar, selecionar e inter-relacionar informações significativas na exploração, reflexão, representação e depuração de suas próprias idéias.
É fundamental que se façam investimentos na formação do profissional da educação, que leve em conta a nova relação professor-aluno e que o professor deixe de ser o único portador do saber legítimo e passe a ser um investigador, provocador e guia das formas próprias de construção do conhecimento, bem como um descobridor e incentivador das habilidades específicas do aluno. Os professores não podem ficar alheios as novas tecnologias, como a informática, uma vez que o computador pode ser um facilitador na aprendizagem do aluno e tem relevante influência no processo de ensino e
aprendizagem, na vida profissional e pessoal do professor. Descobre em termos de trajetória ocupacional do professor se há novas perspectivas de trabalho, se há aprimoramento com vistas à inserção do computador na escola em decorrência das novas exigências da Sociedade do Conhecimento no mercado de trabalho.
O computador e a internet fazem parte das transformações que ocorrem muito rapidamente no mundo inteiro. Cabe ao professor promover na escola a inserção desta tecnologia e orientar seus alunos a buscar o conhecimento, de modo que seja útil à sua vida pessoal, profissional e social, intensificando, assim, o trabalho educativo.
. Mesmo sabendo que as tecnologias permitem dar um grande salto nas formas, na organização e conteúdos da educação, e a escola permanecer anestesiada, cortada de boa parte do processo de pesquisa e desenvolvimento, privada de uma visão mais ampla do desafio que tem de enfrentar, tende a ficar fora da realidade e provocar, inclusive, evasão escolar.
Neste sentido, é conveniente destacar um dos postulados mais interessantes de
Vygotsky (1989, p. 139) que coloca nestes termos: “o progresso evolutivo vai a reboque do processo de aprendizagem”. Assim, a escola permanece na sua enganosa eficiência, assumindo mais uma dívida com a sociedade por não aproveitar no ambiente escolar a eficácia de sua sabedoria para capacitar cada vez mais o aluno para o mercado de trabalho.
Uma proposta de ação e intervenção para um ensino informatizado das escolas
As escolas e universidades constituem também componentes essenciais à inclusão digital uma vez que diversos protagonistas (professores, alunos, especialistas membros da comunidade) atuam em conjunto para o processo de construção de conhecimento (BAUTISTA, 2008) Há a necessidade da formação do professor para fazer bom uso do computador, pois, cabe ao professor mediador a responsabilidade de orientar a aprendizagem e o desenvolvimento do aluno, e isso só será possível, se ambos souberem buscar, analisar e sintetizar informações que os levem a tomar as decisões adequadas.
Para tomar as decisões adequadas e fazer este trabalho de mediação, o professor precisa, também, se apropriar de informações que deixem clara a percepção de como se processa a produção do conhecimento em sala de aula com o uso do computador. Eles precisam ter claro quais e de que forma as atividades deverão ser desenvolvidas.
Referências Bibliográficas
BAUTISTA, José Manuel Vallejo. A exclusão digital dos jovens brasileiros e a importância da escola aberta. In: Revista enceplace. Rio de Janeiro, nº 3 - Nov, 2008.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais:
terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros
HUBERMAN, Leo. A História da Riqueza do Homem. São Paulo. Ed. Saraiva, 1986.
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SCHAFF, Adam. A sociedade informática: as conseqüências sociais da segunda
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SOUZA, C. H. M. Comunicação, Educação e Novas Tecnologias. Campos dos
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TAJRA, Sammya Feitosa. Informática na Educação: professor na atualidade. São
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VALENTE, José Armando. FREIRE, Fernanda Maria Pereira (orgs). Aprendendo
para a vida: os computadores na sala de aula. São Paulo: Cortez, 2001.
VALENTE, J. A. & ALMEIDA, F. J. Visão analítica da Informática no Brasil: a
questão do professor. In: Revista Brasileira de Informática, SBIE, n.1.,1997.
VIGOTSKY, L.S. A Formação Social da Mente. SP, Ed. Martins Fontes, 2a. ed. 1988.

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Muito bom o artigo do colega Nonato haja visto qu e ele faz um enbasamento historico sobre descobertas e invenções do ”homem” como ser pois segundo pesquizas dele as mulheres verificavam e repetiam invençõers na agricultura.
Estou de pleno acordo quando ele passa s ideia de que o computador é uma nova tecnologia e nao a tecnologia a solução. parabens
De Santana Jose Hercules
Queridos amigos:
También estoy de acuerdo con que la tecnología de las computadoras no son la panacea, es decir, la tecnología que va a solucionar todos los problemas del mundo, después de la informática tal como la conocemos ahora vendrán otras tecnologías y no es bueno ni conveniente convertir en deidades (Dioses) a ninguna de ellas. Las tecnologías son para el hombre y no el hombre ni la mujer para las tecnologías.
saludos cordiales.
Dr. José Manuel Bautista Vallejo