![]() |
Natureza da Ciência, investigação, mètodo e metodologia. ©
All content on this website are freely distributed. Click for more information Date : Enero 23, 2010   | Published by : Dacroce Email: Not available Web: About: Sou aluna da Universidad Autónoma de Asunción, estou fazendo a disciplina de investigação Científica "Talher II" Sou brasileira e vivo em Sinop, Mato Grosso.See Authors Articles (1)  | 2 Comment/s Category : Research | Language : Portuguese Author/s : marlete Dacroce |
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Login to vote |
|
A ciência sob diferentes pontos,impirica, normativa e analìtica.A investigação científica tem por objetivo a produção de hipóteses, teorias e regras básicas para desenvolver experiência produzindo novos conhecimentos. A metodologia tem por finalidade captar,analisar os métodos disponiveis, e dar uma explicação exata de toda açao desenvolvida. |
Translate article
|
Natureza da ciência, investigação, método e metodologia.
Marlete Dacroce
Escola Municipal de Educação Básica Thiago Aranda Martin, Sinop- Mato Grosso- Brasil.
|
|
A ciência é a base de importantes realizações tecnológicas, proporcionando um modo de vida mais confortável e melhor, pois todos nós, de uma maneira ou de outra, já experimentamos os benefícios da ciência, e poucos são os que a rejeitam e cada vez mais a ciência afeta a vida de todos os indivíduos. Apesar de grande prestígio, a ciência não deixa de ser objeto de inúmeras controvérsias. Apesar das áreas de investigação científica serem numerosas, há algumas áreas que dão origem a um maior número de descobertas. É freqüente o relato de descobertas importantes na área da astronomia, física e química, mas raramente na psicologia e quase nunca na área da sociologia ou da educação, o que não quer dizer que o saber seja específico de certas áreas do saber. O que acontece é que existem áreas científicas, que em resultado dos problemas investigados e dos métodos usados, são propícias a um maior progresso, resultando num alargamento mais extenso e progressivo das respectivas fronteiras do que outras áreas. No primeiro caso estariam aquelas áreas do saber que recorrem de modo sistemático ao método científico, enquanto que no segundo caso o recurso ao método científico estaria ausente ou seria bastante mais incerto ou problemático. A ciência deve-se também ao grau de objetividade que a rodeia, pois uma teoria científica refere-se a um mundo independente da história e da intervenção humanas. É a natureza que vai decidir a verdade ou a falsidade de uma teoria científica, a natureza é imparcial e insensível às atitudes, crenças e sentimentos deste ou daquele cientista que, num determinado tempo ou lugar, pretende verificar a validade de uma teoria, analisada segundo diversas perspectivas. Como um corpo de conhecimentos que são relatados nos livros e manuais científicos; como uma instituição social, que inclui centros de investigação, institutos, revistas e que pode ser examinada pela história, sociologia e antropologia; e ainda como método, ou seja, enquanto processo sistemático de pesquisa do saber baseado em princípios conjuntos de caráter empírico-racional. A efetuação de uma investigação se da em qualquer área do saber, em qualquer local, sobre qualquer fenômeno e com diferentes pessoas, mesmo que tenham crenças, objetivos ou atitudes opostas, no entanto, embora toda a investigação seja um processo sistemático de pesquisa de saber, nem toda a investigação é científica. Esta é, salientamos, um processo de pesquisa sistemática que se baseia em princípios conjuntos de caráter empírico-racional, estando o caráter empírico relacionado com o esforço que o investigador faz para validar a sua teoria a partir da experiência. O caráter racional da investigação científica baseia-se na adaptação de regras de lógica. O raciocínio lógico seguido numa investigação científica, é geralmente de dois tipos: dedutivo ou indutivo. O raciocínio dedutivo parte de idéias gerais e abstratas de modo a extrair dados específicos e particulares, partido- se assim do geral para o particular e a conclusão obtida só é correta se as premissas de que se parte forem verdadeiras. A conclusão está assim tão ligada às premissas que a verdade destas desencadeia a verdade da conclusão, no raciocínio indutivo o percurso lógico é efetuado na direção contrária, sendo a partir do estudo de um número limitado de casos que é esperado fazer emergir uma relação significativa entre eles, com a possibilidade da generalização a novos casos. Dedução e indução são processos racionais usados freqüentemente pelos cientistas e a combinação destes dois modos de pensamento é uma das características principais da investigação científica. Tomemos por exemplo os lapsos da fala, que as pessoas por vezes comentem, foram explicados por Freud no âmbito da teoria psicanalítica a partir de desejos ou conflitos inconscientes recalcados, teoria significa freqüentemente um princípio geral ou um conjunto de princípios interligados que são propostos como explicação para um conjunto de fatos conhecidos e de descobertas empíricas. |
NATUREZA DA CIÊNCIA
A questão da natureza da ciência pode ser respondida sob diferentes pontos de vista. A pergunta “O que é a ciência?” pode receber respostas de tipo empírico (o que tem sido, historicamente, a ciência?), de tipo normativo (o que deveria ser a ciência?) e de tipo analítico (o que poderia ser a ciência?). Apenas esses dois últimos enfoques são pertinentes à Filosofia.
Este artigo critica algumas atitudes filosóficas frente à natureza da ciência (relativismo, dogmatismo, ceticismo, ecletismo), defendendo no entanto a existência de pontos bem estabelecidos na Epistemologia, dados por “princípios de impotência” que mostram limites do pensamento humano e que indicam o que a ciência não pode ser. Por outro lado, não há critérios aceitáveis de demarcação entre ciência e não-ciência. Isso não leva necessariamente a uma posição relativista ou anarquista, pois é possível defender uma concepção axiológica não-proibitiva da ciência que permite avaliar e orientar a pesquisa
A aquisição do conhecimento com o transcorrer dos anos foi se dando através dos mitos, misticismo caracterizado pelo conhecimento sistemático exato e verificável, no entanto não estão suficientemente sustentadas pela investigação científica sistemática, organizada de pensamento objetivo. A natureza da ciência científica apresenta uma indagação do fenômeno como questões fundamentais para a educação científica do cidadão já que implicam aprender sobre a ciência, seus métodos e suas complexas interações com a sociedade, entretanto,existe um conjunto de concepções que constituem autênticas epistemologias pessoais e que afetam parcelas importantes das nossas crenças pessoais e profissionais.
Estas influem, portanto, no conhecimento dos professores e podem explicar contradições aparentes em âmbitos mais específicos de seu modo de significados. Tendo a nossa volta um mundo repleto de informações, a indagação científica para sermos capazes fazer inferências em decisões sobre assuntos importantes que se realizam com a ciência, a tecnologia e todos compartiremos a emoção e a realização pessoal que pode produzir a compreensão do mundo natural.
Da psicologia para a ciência, Freud vem introduzir elementos dinâmicos na consideração das perturbações psíquicas. Estas estão ligadas à história de cada indivíduo, ao seu passado, às suas experiências e não a meras lesões.. o querer encontrar fatores de ordem psicológica na base das neuroses foi encarado como uma hipótese fantasiosas e sem qualquer base científica.
Freud se debruçou sobre a vida afetiva dos doentes também foi alvo de desconfiança, pois a vida afetiva era tradicionalmente do domínio dos romancistas e dos poetas. Não se lhe atribuíam a gravidade e objetividade que classicamente caracterizam os assuntos da ciência. Também os métodos usados por Freud chocavam as mentalidades bem-pensantes, pois parecia puro falsários tentarem curar os indivíduos através de conversas ou da análise
A psicanálise começou por ser uma tentativa de cura para as perturbações psíquicas, ou seja, uma psicoterapia. A sua originalidade começou na utilização da interpretação, na tentativa do psicanalista encontrar uma lógica para aquilo que, aparentemente, é absurdo e sem nexo, e assim vai criando instrumentos que lhe permitem agir, na tentativa de interpretação de um passado, que se disfarça em simbolizações, que o analista vai usar todo um conjunto dos processos e técnicas que considera rigorosas. Freud utilizou e construiu conceitos novos, específicos da psicanálise, inexistentes noutras ciências.
Na medida
No entanto, a consideração da psicanálise enquanto ciência levantou e ainda levanta divergências. Contudo, desde o seu início que ela dá mostras de um trabalho científico válido. Freud apresentou-a como um ramo da psicologia, designando-a, por vezes, como psicologia abissal ou psicologia das profundezas pois, para Freud, "(…) há apenas duas ciências: a psicologia pura ou aplicada e as ciências naturais".
A utilização rigorosa de uma gama de processos e o sucesso prático que obtiveram na cura, mesmo que temporária, de certas neuroses, são apresentadas por Freud como prova da cientificidade da psicanálise. Mas foram os processos utilizados, naquilo que tinham de diferente do que era habitual na atividade científica.
Segundo Piaget, a ciência demarca-se da filosofia, não tanto pelo objeto como pelo método. De fato, a diferença entre as ciências e a filosofia não reside nos
Excluindo a metafísica, todas as pesquisas filosóficas tendo como objeto problemas susceptíveis de serem delimitados, tendem a diferenciar-se sob formas que se aproximam sempre mais da pesquisa científica, porque a diferença entre as ciências e a filosofia não é devida à natureza dos problemas, mas à sua delimitação e à tecnicidade crescente dos métodos de verificação.
As ciências optam pela análise, especializando-se cada vez mais. Contrastam com o caráter totalitário e sintético da filosofia, centrando-se esta nas visões de conjunto, nas hipóteses integradoras de tudo aquilo que é habitualmente pensado separadamente. O cientista distingue-se assim porque aborda de modo particular cada questão e demonstra certa relutância em falar do todo, sendo visível uma exigência de delimitação e de verificação.
Para Piaget, a ciência deveria evitar a abordagem de grandes problemas técnicos. Propõe para cada ciência o estudo concreto de um dado tipo de conhecimento, de modo a evitar as especulações de conjunto e enveredando por um trabalho minucioso.
É no campo da ciência que Piaget pretende trilhar os caminhos da verdade, verdade esta que, para ele, passa sempre por um conhecimento rigoroso e cientificamente fundamentado.
INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
A investigação científica tem por objetivo a produção de hipóteses, modelos, teorias e leis, o que pode ser feito de diversos modos diferentes. Nesse contexto, as principais formas de classificação dos ensaios são:
Segundo os Objetivos: É possível se realizar a investigação prática para somente depois teorizar acerca dos resultados análise exploratória de dados ou então primeiro se elaborar uma explicação para os fatos para em seguida testar a eficácia de tal explicação construção hipotético-dedutiva
Segundo a Intervenção: Um estudo pode ser realizado intervindo- se o mínimo possível no evento sendo pesquisado estudo observacional ou realizando-se uma intervenção proposital para se verificar os seus efeitos estudo experimental;
Segundo o Tempo: Uma pesquisa pode ser feita analisando-se o fenômeno de interesse medindo-se cada variável apenas uma vez, ou seja, num único instante de tempo estudo transversal ou então medindo alguma variável mais de uma vez, isto é, em dois instantes de tempo ou mais estudo longitudinal.
As três formas de classificação acima são completamente independentes entre si, de modo que existem oito combinações diferentes possíveis, cada uma das possibilidades acima apresenta implicações específicas em termos do alcance e do custo operacional do estudo, o que pode ser resumido de acordo com a tabela abaixo.
Naturalmente, o estudo mais eficaz em termos de valor e alcance dos resultados seria hipotético-dedutivo, experimental e longitudinal. Já o menos eficaz seria exploratório, observacional e transversal. Contudo, considerando-se a eficiência em termos de custo e viabilidade, tem-se exatamente o contrário. Assim sendo, a decisão final acerca de qual o tipo de investigação a ser realizado dependeria de uma análise custo - beneficio.
A palavra método vem do grego μέθοδος (méthodos), (caminho para chegar a um fim). O método científico é um conjunto de regras básicas para desenvolver uma experiência a fim de produzir novo conhecimento, bem como corrigir e integrar conhecimentos pré-existentes. Na maioria das disciplinas científicas consiste em juntar evidências observáveis, empíricas ou seja, baseadas apenas na experiência e mensuráveis e as analisar com o uso da lógica. Para muitos autores o método científico nada mais é do que a lógica aplicada à ciência.
O método lógico e a análise crítica levam às respostas necessárias minimizando a necessidade do experimentalismo prático quatro tarefas básicas: verificar se existem evidências reais e indubitáveis acerca do fenômeno ou coisa estudada; analisar, ou seja, dividir ao máximo as coisas, em suas unidades de composição, fundamentais, e estudar essas coisas mais simples que aparecem; sintetizar, ou seja, agrupar novamente as unidades estudadas em um todo verdadeiro.
Segundo Carl Sagan, “Ciência é muito mais uma maneira de pensar do que um corpo de conhecimentos”. Já Charles Darvin diz, “ciência consiste em agrupar fatos para que leis gerais ou conclusões possam ser tiradas deles."
O método científico é composto dos seguintes elementos:
Caracterização - Quantificações, observações e medidas.
Hipóteses - Explicações hipotéticas das observações e medidas.
Previsões - Deduções lógicas das hipóteses.
Experimentos - Testes dos três elementos acima.
O método científico consiste dos seguintes aspectos:
Observação - Uma observação pode ser simples, isto é, feita a olho nu, ou pode exigir a utilização de instrumentos apropriados.
Descrição - O experimento precisa ser replicável, capaz de ser reproduzido.
Previsão - As hipóteses precisam ser válidas para observações feitas no passado, no presente e no futuro.
Controle- Para maior segurança nas conclusões, toda experiência deve ser controlada. Experiência controlada é aquela que é realizada com técnicas que permitem descartar as variáveis passíveis de mascarar o resultado.
Faseabilidade- toda hipótese tem que ser falseável ou refutável. Isso não quer dizer que o experimento seja falso; mas sim que ele pode ser verificado, contestado. Ou seja, se ele realmente for falso, deve ser possível prová-lo.
Explicação das Causas - Na maioria das áreas da Ciência é necessário que haja causalidade. Nessas condições os seguintes requerimentos são vistos como importantes no entendimento científico:
Identificação das Causas
Correlação dos eventos - As causas precisam se correlacionar com as observações.
Ordem dos eventos - As causas precisam preceder no tempoos efeitos observado
Na área da saúde a natureza da associação causal foi formulada por Hence e adaptada por Robert Koch em 1877 para demonstração da relação causal entre microrganismos e patologias consistindo basicamente no enunciado acima ou seja: força da associação conectividade; seqüência temporal assimetria; transitividade evidência experimental; previsibilidade/ estabilidade.
Uma maneira linearizada e pragmática de apresentar os quatro pontos acima está exposto a seguir passo-a-passo. Vale a pena notar que é apenas um exemplo, não sendo obrigatória a existência de todos esses passos. Na verdade, na maioria dos casos não se seguem todos esses passos, ou mesmo parte deles. O método científico não é uma receita: ele requer inteligência, imaginação e criatividade. O importante é que os aspectos e elementos apresentados acima estejam presentes.
- Definir o problema.
- Recolhimento de dados
- Proposta de uma hipótese
- Realização de uma experiência controlada, para testar a validade da hipótese
- Análise dos resultados
- Interpretar os dados e tirar conclusões, o que serve para a formulação de novas hipóteses.
Publicação dos resultados em monografias, dissertações, teses, artigos ou livros aceitos por universidades e ou reconhecidos pela comunidade científica.
Observe-se que nem todas as hipóteses podem ser confirmadas ou refutadas por experimentos e que em muitas áreas do conhecimento o recolhimento de dados e a tentativas de interpretá-los.
Metodologia literalmente refere-se ao estudo dos métodos e, especialmente, do método da ciência, que se supõe universal. Embora procedimentos variem de uma área da ciência para outra as disciplina científicas, diferenciadas por seus distintos objetos de estudo, consegue-se determinar certos elementos que diferenciam o método científico de outros métodos.
METODOLOGIA CIENTÍFICA
A Metodologia é o estudo dos métodos. Ou então as etapas a seguir num determinado processo. Tem como finalidade captar e analisar as características dos vários métodos disponíveis, avaliar suas capacidades, potencialidades, limitações ou distorções e criticar os pressupostos, portanto A Metodologia é a explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa.
É a explicação do tipo de pesquisa, do instrumental utilizado (questionário, entrevista etc), do tempo previsto, da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho, das formas de tabulação e tratamento dos dados, enfim, de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa para buscar ou procurar.
Pesquisar, portanto, é buscar ou procurar resposta para alguma coisa. Em se tratando de Ciência a pesquisa é a busca de solução a um problema que o alguém queira saber a resposta. Não gosto de dizer que se faz ciência, mas que se produz ciência através de uma pesquisa, portanto é o único caminho para se chegar à ciência, ao conhecimento, utilizando diferentes instrumentos para se chegar a uma resposta mais precisa. O instrumento ideal deverá ser estipulado pelo pesquisador para se atingir os resultados ideais.
Prefiro definir os tipos de pesquisa desta forma:
- Pesquisa Experimental: É toda pesquisa que envolve algum tipo de experimento.
Exemplo: Pinga-se uma gota de ácido numa placa de metal para observar o resultado. - Pesquisa Exploratória: É toda pesquisa que busca constatar algo num organismo ou num fenômeno.
Exemplo: Saber como os peixes respiram. - Pesquisa Social: É toda pesquisa que busca respostas de um grupo social.
Exemplo: Saber quais os hábitos alimentares de uma comunidade específica. - Pesquisa Histórica: É toda pesquisa que estuda o passado.
Exemplo: Saber de que forma se deu a Proclamação da República brasileira. - Pesquisa Teórica: É toda pesquisa que analisa uma determinada teoria.
Exemplo: Saber o que é a Neutralidade Científica.
Dessa forma podemos dizer que a metodologia é a explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa. É a explicação do tipo de pesquisa, do instrumental utilizado (questionário, entrevista etc), do tempo previsto, da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho, das formas de tabulação e tratamento dos dados, enfim, de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa.
A Metodologia Científica deve estimular a busca e a motivações para encontrar respostas às suas dúvidas e, como tal, as respostas aos problemas de aquisição de conhecimento deveriam ser buscadas através do rigor científico e apresentadas através das normas acadêmicas vigentes.
Dito isto, parece que fica claro que metodologia científica não é um simples conteúdo a ser decorado pelos alunos, para ser verificado num dia de prova. Trata-se de fornecer um instrumento indispensável para que sejam capazes de atingir os objetivos da Academia, que são o estudo e a pesquisa em qualquer área do conhecimento.
REFERÊNCIAS
WWW.pedagogiaemfoco.pro.br/met 04.htm. Tipos de pesquisa. Metodologia científica. Acesso dia 20/01/10.
Htt://WWW.ifi.unicamp.br/~ghtc/RAM-r 72. htm.Caderno de Metodologia e técnica de pesquisa (n.9): 5-20;1999.Acesso dia 20/01/10.
WWW.Vademecum. Com. BR / iatos/ science.htm. A natureza da Ciência. Acesso dia 20/01/10.
Htp://WWW. Pedagogiaemfoco.pro.br/ met 02 bhtm. Tipos de conhecimentos. Acesso dia 19/01/10.
Htp://WWW.kipedia.org/wiki/ Metodologia – Definição. Acesso dia 20/01/10.
Htp://WWW. Wikipédia. Org/ wikim% C3% agtodo_ cient% c 3% Adfico. Método Científico. Acesso dia 20/01/10.
Htp://WWW.cpmarques.paginas.sapo.pt/ método. Htm Ciência , investigação e metodologia. Acesso dia 20/01/10.
Becker, Howard S. Métodos de pesquisa em ciências sociais. SP, Hucitec, 1999
Chizzotti, Antonio. Pesquisa em ciência humanas e sociais. SP, Cortez, 2006
Descartes, René. Discurso do método. (tradução prefácio e notas de João Cruz Costa. SP, Ed de Ouro, 1970 disponível para download em domínio público http://www.dominiopublico.gov.br/
Haddad, Nagib. Metodologia de estudos em ciências da saúde, como planejar, analisar e apresentar um trabalho científico. SP, Roca, 2004
Minayo, Maria C. de Souza (org.); Deslandes (Suely F.; Gomes Romeu. Pesquisa social, teoria método e criatividade. Petrópolis, RJ, Vozes, 2007
Lakatos, Eva; Maria Marconi, Marina de A. Métodologia científica. SP, Atlas, 2007

![]() |
Add Comment |
You must be logged into Answers to add a comment
In case you are not registered clickHere.
![]() |
Report abuse |
| Tags: Ciëncias, investigação, Método, metodología |



[...] This post was mentioned on Twitter by investigalog, INVESTIGALOG2. INVESTIGALOG2 said: RESEARCH, goto the link http://www.investigalog.com/investigacion/natureza-da-ciencia-investigacion-metodo-y-metodologia/?lang=en [...]
[...] This post was mentioned on Twitter by investigalog, INVESTIGALOG2. INVESTIGALOG2 said: PESQUISAR, ir para o link http://www.investigalog.com/investigacion/natureza-da-ciencia-investigacion-metodo-y-metodologia/?lang=pt [...]